Homenageando a quem merece, no 99º aniversário que Madre Teresa de Calcutá faria se estivesse entre nós, transcrevo alguma coisa do muito que ela disse em vida:
"Quando tomamos consciência de que somos pecadores e que temos necessidade de perdão, é fácil perdoar os outros.
Se não chegar a compreender esse fato, sempre terei dificuldade em dizer "eu te perdôo" a alguém que vem em minha direção."
"Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz."
Peço a Deus que a bondade de seu espírito continue iluminando a todos e nos tornando um pouco mais generosos com os outros.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
TUDO ÓTIMO
Quando eu era garota, não dava pra reclamar de nada com meu pai, porque ele sempre respondia que já nos dava todo o necessário, casa, comida e estudo, o resto... que nós crescêssemos e ganhássemos por nós mesmos.
Pra vocês terem uma idéia, quando eu (que era a caçula e a única filha) era convidada pra festa de aniversário de algum amiguinho, tinha que engraxar meu sapato da escola para ir, porque era meu único sapato. Além disso, tinha que ser cara-de-pau (e eu era) de ir com a mão “abanando” (vazia) porque meus pais nunca compraram um presente pra eu levar pro aniversariante.
Meus vestidos eram feitos da saia de um e blusa de outro, que uma senhora me dava, para que a mamãe aproveitasse, quando as netas dela manchavam ou rasgavam uma blusa ou uma saia dos vestidos e o resto estava bom. Todas as roupas eram semi-novas e como a mamãe combinava tudo, ficavam vestidos lindos, que para mim eram novos. Eu adorava.
Hoje, eu tenho a quase certeza de que o sócio do meu pai roubava dinheiro no caixa, porque lá em casa éramos seis crianças e dois adultos e na casa dele cinco crianças e dois adultos. Como, na casa dele o dinheiro dava pra tudo, inclusive para ter carro, e lá em casa a grana não dava pra nada que não fosse essencial? Comia-se muito e bem (trivial simples), mas não havia passeios, viagens, roupas novas, etc. Na casa do sócio tinha até festa de aniversário.
Na minha casa eu, com todo privilégio dado pela minha posição de caçula (filha mais nova) e única menina, só tive duas festinhas de aniversário que eu ganhei, uma da minha madrinha e a outra de uma empregada da vizinha que eu chamava de tia.
Contado assim, parece que era ruim, mas era tudo ótimo e hoje é motivo para achar graça.
Graças a Deus eu tive uma infância maravilhosa, apesar de ter essas e outras histórias para contar. Talvez se eu tivesse tido uma infância como a das crianças de hoje, com cinema, vídeo game, computador, brinquedos eletrônicos e etc, não tivesse o que contar e nem tivesse me divertido tanto.
Pra vocês terem uma idéia, quando eu (que era a caçula e a única filha) era convidada pra festa de aniversário de algum amiguinho, tinha que engraxar meu sapato da escola para ir, porque era meu único sapato. Além disso, tinha que ser cara-de-pau (e eu era) de ir com a mão “abanando” (vazia) porque meus pais nunca compraram um presente pra eu levar pro aniversariante.
Meus vestidos eram feitos da saia de um e blusa de outro, que uma senhora me dava, para que a mamãe aproveitasse, quando as netas dela manchavam ou rasgavam uma blusa ou uma saia dos vestidos e o resto estava bom. Todas as roupas eram semi-novas e como a mamãe combinava tudo, ficavam vestidos lindos, que para mim eram novos. Eu adorava.
Hoje, eu tenho a quase certeza de que o sócio do meu pai roubava dinheiro no caixa, porque lá em casa éramos seis crianças e dois adultos e na casa dele cinco crianças e dois adultos. Como, na casa dele o dinheiro dava pra tudo, inclusive para ter carro, e lá em casa a grana não dava pra nada que não fosse essencial? Comia-se muito e bem (trivial simples), mas não havia passeios, viagens, roupas novas, etc. Na casa do sócio tinha até festa de aniversário.
Na minha casa eu, com todo privilégio dado pela minha posição de caçula (filha mais nova) e única menina, só tive duas festinhas de aniversário que eu ganhei, uma da minha madrinha e a outra de uma empregada da vizinha que eu chamava de tia.
Contado assim, parece que era ruim, mas era tudo ótimo e hoje é motivo para achar graça.
Graças a Deus eu tive uma infância maravilhosa, apesar de ter essas e outras histórias para contar. Talvez se eu tivesse tido uma infância como a das crianças de hoje, com cinema, vídeo game, computador, brinquedos eletrônicos e etc, não tivesse o que contar e nem tivesse me divertido tanto.
sábado, 22 de agosto de 2009
QUE BELEZA DE FESTA!!!!!!!!!
O quintal daquela casa, 469, que nós brincávamos na infância, passava nos fundos dos quintais de várias casas de uma vila que havia ao lado.
Uma vez, estávamos lá brincando e escutamos duas garotas no quintal de uma das casas da vila conversando. Meu primo subiu nuns caixotes e observou que as meninas tinham colocado uma mesa no quintal com um bolinho, um prato com pedaços de goiabada passada no açúcar (fingindo que eram docinhos), sanduichinhos de pão de forma, jarra de refresco, etc. Elas, as duas comadres, estavam comemorando o batizado de uma das filhas (bonecas).
Pois bem, elas foram dar uma volta antes da “festa” e enquanto elas passeavam meu primo pegou uma vareta feita de bambu e espetou os docinhos, um por um, passando pra gente comer. Quando as meninas estavam voltando, meu primo foi puxar a vareta rapidamente, esbarrou nos copos que estavam cheios de refresco e foi aquela lambança.
Uma das meninas era super “desbocada”, falava muitos palavrões, dos mais simples aos mais compostos.
Dá pra imaginar o monólogo, sim, porque ela ficou excomungando e xingando o meu primo e ele nem respondia nada, só ria, acompanhado das risadas dos meus irmãos (que estavam atrás do muro, no chão).
Naquele dia, eu aumentei consideravelmente o meu vocabulário e as meninas depois de despejar toda a raiva e nada poderem fazer começaram a chorar, porque a “festa” estava estragada.
“Tadinhas”, no fim eu fiquei com pena delas. Sacanagem!!!!! Crianças são mesmo impiedosas uma com as outras.
Uma vez, estávamos lá brincando e escutamos duas garotas no quintal de uma das casas da vila conversando. Meu primo subiu nuns caixotes e observou que as meninas tinham colocado uma mesa no quintal com um bolinho, um prato com pedaços de goiabada passada no açúcar (fingindo que eram docinhos), sanduichinhos de pão de forma, jarra de refresco, etc. Elas, as duas comadres, estavam comemorando o batizado de uma das filhas (bonecas).
Pois bem, elas foram dar uma volta antes da “festa” e enquanto elas passeavam meu primo pegou uma vareta feita de bambu e espetou os docinhos, um por um, passando pra gente comer. Quando as meninas estavam voltando, meu primo foi puxar a vareta rapidamente, esbarrou nos copos que estavam cheios de refresco e foi aquela lambança.
Uma das meninas era super “desbocada”, falava muitos palavrões, dos mais simples aos mais compostos.
Dá pra imaginar o monólogo, sim, porque ela ficou excomungando e xingando o meu primo e ele nem respondia nada, só ria, acompanhado das risadas dos meus irmãos (que estavam atrás do muro, no chão).
Naquele dia, eu aumentei consideravelmente o meu vocabulário e as meninas depois de despejar toda a raiva e nada poderem fazer começaram a chorar, porque a “festa” estava estragada.
“Tadinhas”, no fim eu fiquei com pena delas. Sacanagem!!!!! Crianças são mesmo impiedosas uma com as outras.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
AS VERDADES NÃO SÃO ABSOLUTAS
Vi num site, o qual eu não lembro, uma reportagem, dizendo que os gamers adultos confirmam o estereótipo de serem anti-sociais, deprimidos e acima do peso.
Dizia também que uma equipe de pesquisadores do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, num estudo realizado com 500 pessoas adultas, com idade entre 19 e 90 anos, concluiu que a maioria está acima do peso, tem problemas para se relacionar com outras pessoas e frequentemente sofrem de depressão.
Estou feliz em fazer parte da minoria, porque estou acima do peso desde que nasci (e eu nem jogava, comecei no início desse ano), não tenho problemas de relacionamento com as pessoas já que sou convidada para dar palestras e cursos e não sofro de depressão, só fico desanimada quando o dia não está ensolarado.
Aliás, escrevendo aqui e agora, me pergunto: Para que serve um estudo desse porte???
Não entendi porque com tantas coisas importantes, tantos enigmas a serem resolvidos, uma equipe de pesquisadores perde tempo e dinheiro com uma “preciosidade” dessas.
Dizia também que uma equipe de pesquisadores do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, num estudo realizado com 500 pessoas adultas, com idade entre 19 e 90 anos, concluiu que a maioria está acima do peso, tem problemas para se relacionar com outras pessoas e frequentemente sofrem de depressão.
Estou feliz em fazer parte da minoria, porque estou acima do peso desde que nasci (e eu nem jogava, comecei no início desse ano), não tenho problemas de relacionamento com as pessoas já que sou convidada para dar palestras e cursos e não sofro de depressão, só fico desanimada quando o dia não está ensolarado.
Aliás, escrevendo aqui e agora, me pergunto: Para que serve um estudo desse porte???
Não entendi porque com tantas coisas importantes, tantos enigmas a serem resolvidos, uma equipe de pesquisadores perde tempo e dinheiro com uma “preciosidade” dessas.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
SAUDADES DO QUATRO-MEIA-NOVE
Quando eu era criança e meu pai era um dos donos daquele açougue que eu comentei no outro dia, havia uma casa perto da minha cujo número era 469. Nessa casa, eu, meus três irmãos e dois primos, que os meus pais criavam, passamos dias maravilhosos da nossa infância.
Na casa, morava uma senhora de muita idade (cabelos já branquinhos) que tinha um filho homem, mais ou menos por volta dos 30 anos, que era médico. O filho saía pela manhã e deixava a mãe com uma empregada que lá morava.
Como nós éramos filhos do açougueiro a senhora nos deixava brincar no quintal que havia nos fundos da casa dela.
Gente, vocês não fazem idéia que maravilha! O quintal tinha muitas árvores frutíferas tais como, laranjeira, mangueira, abacateiro, tamarineiro, figueira e caramboleira entre outras, inclusive uma jabuticabeira, de quem eu era amiga inseparável.
A senhora só nos pedia que não tirássemos frutas do pé para desperdiçar; que o que colhêssemos fosse para comer, mas que antes lavássemos no tanque (Coitada, que ilusão! Aonde ela acha que nós adquirimos os anti-corpos que nos impediram de ficar doentes?).
Era muito bom passar as tardes lá. Sim, as tardes, porque estudávamos pela manhã e quando chegávamos em casa largávamos o material, trocávamos de roupa, almoçávamos e pedíamos a mamãe para ir “brincar no quatro-meia-nove”.
Com o consentimento dado, lá íamos nós. Voltávamos ao fim da tarde, para lanchar e fazer os “deveres de casa” para o dia seguinte levar para a escola.
Era muito bom, muito bom mesmo!!!!!!
Na casa, morava uma senhora de muita idade (cabelos já branquinhos) que tinha um filho homem, mais ou menos por volta dos 30 anos, que era médico. O filho saía pela manhã e deixava a mãe com uma empregada que lá morava.
Como nós éramos filhos do açougueiro a senhora nos deixava brincar no quintal que havia nos fundos da casa dela.
Gente, vocês não fazem idéia que maravilha! O quintal tinha muitas árvores frutíferas tais como, laranjeira, mangueira, abacateiro, tamarineiro, figueira e caramboleira entre outras, inclusive uma jabuticabeira, de quem eu era amiga inseparável.
A senhora só nos pedia que não tirássemos frutas do pé para desperdiçar; que o que colhêssemos fosse para comer, mas que antes lavássemos no tanque (Coitada, que ilusão! Aonde ela acha que nós adquirimos os anti-corpos que nos impediram de ficar doentes?).
Era muito bom passar as tardes lá. Sim, as tardes, porque estudávamos pela manhã e quando chegávamos em casa largávamos o material, trocávamos de roupa, almoçávamos e pedíamos a mamãe para ir “brincar no quatro-meia-nove”.
Com o consentimento dado, lá íamos nós. Voltávamos ao fim da tarde, para lanchar e fazer os “deveres de casa” para o dia seguinte levar para a escola.
Era muito bom, muito bom mesmo!!!!!!
domingo, 16 de agosto de 2009
AME A TI MESMO MAIS DO QUE AO TEU PRÓXIMO
Se a gente se ama, tudo dá certo.
Quando você se ama gordo, feio, magro, torto, narigudo, baixinho, altão, e/ou etc, do jeito que você é, todo mundo ama você também, porque você se amando atrai o amor dos outros. Na vida nós atraímos de volta aquilo que liberamos. Se você libera amor, ódio, antipatia, grosseria, simpatia, alegria, etc, é isso que você vai atrair de volta. É a Lei do Retorno.
Quando você exala simpatia, é logo atendido numa loja, é tratado com atenção e carinho pelas pessoas, resolve os seus problemas com facilidade, etc.
Eu posso falar por experiência própria, porque sou e sempre fui uma pessoa muito gorda, obesa mesmo, já nasci assim.
Aos 13 anos, comecei a namorar (um rapaz de 15) e só parei quanto resolvi viver acompanhada e ter uma família minha. Não casei porque não quiz; era muito moça e isso naquela época diminuiria minhas chances de trabalho, por causa da possibilidade de ter filhos.
Todos os meus namorados, foram deletados por mim, por um motivo ou outro, mas eu nunca fui dispensada por eles, porque sempre usei o meu charme (eu não dou modesta, mas sou sincera - KKKKK) para passar a impressão de que eu sou uma pessoa altamente "gostável".
É como aquele dito popular: "Quem não se ajeita, por si se enjeita."
As pessoas me tratam com atenção e carinho em todos os lugares onde vou e meus colegas de trabalho e amigos só me chamam pelo diminutivo do meu nome, quando o tamanho do meu corpo sugeriria um aumentativo. Isto ocorre pelo tamanho do carinho que eles têm por mim que é muito maior do que a minha cintura.
Bom domingo a todos e, não esqueçam amem-se a si próprios, com todos os possíveis "defeitos". Se você NÃO se amar, quem há de...????
Quando você se ama gordo, feio, magro, torto, narigudo, baixinho, altão, e/ou etc, do jeito que você é, todo mundo ama você também, porque você se amando atrai o amor dos outros. Na vida nós atraímos de volta aquilo que liberamos. Se você libera amor, ódio, antipatia, grosseria, simpatia, alegria, etc, é isso que você vai atrair de volta. É a Lei do Retorno.
Quando você exala simpatia, é logo atendido numa loja, é tratado com atenção e carinho pelas pessoas, resolve os seus problemas com facilidade, etc.
Eu posso falar por experiência própria, porque sou e sempre fui uma pessoa muito gorda, obesa mesmo, já nasci assim.
Aos 13 anos, comecei a namorar (um rapaz de 15) e só parei quanto resolvi viver acompanhada e ter uma família minha. Não casei porque não quiz; era muito moça e isso naquela época diminuiria minhas chances de trabalho, por causa da possibilidade de ter filhos.
Todos os meus namorados, foram deletados por mim, por um motivo ou outro, mas eu nunca fui dispensada por eles, porque sempre usei o meu charme (eu não dou modesta, mas sou sincera - KKKKK) para passar a impressão de que eu sou uma pessoa altamente "gostável".
É como aquele dito popular: "Quem não se ajeita, por si se enjeita."
As pessoas me tratam com atenção e carinho em todos os lugares onde vou e meus colegas de trabalho e amigos só me chamam pelo diminutivo do meu nome, quando o tamanho do meu corpo sugeriria um aumentativo. Isto ocorre pelo tamanho do carinho que eles têm por mim que é muito maior do que a minha cintura.
Bom domingo a todos e, não esqueçam amem-se a si próprios, com todos os possíveis "defeitos". Se você NÃO se amar, quem há de...????
sábado, 15 de agosto de 2009
MARCANDO TERRITÓRIO
Dia desses eu estava no meu PC no quarto e resolvi encerrar as atividades e ir para a sala. Quando estava chegando na sala, meu genro (na verdade, ainda noivo da minha filha) falou: "Não vem pra cá agora não sogra, porque o rabo do macaco ainda está aqui." Ou seja, ele havia soltado um pum e o cheiro ainda não havia se dissipado.
Isso me fez lembrar, quando eu andava de Van contratada, para ir ao trabalho, e o motorista da Van contou que quando ele era namorado da esposa dele (na época em que ele contou já era esposa) e ia na casa dela, tinha o maior cuidado quando fazia xixi pra não fazer barulho na água do vaso sanitário, ele mijava na parede interna do vaso, aos pouquinhos. Depois que ficou noivo, ia ao banheiro e até balançava o pinto pra fazer bastante barulho na água, tipo "estou aqui".
Homem é assim mesmo, parece animal, é só dar chance e eles querem marcar território.
Isso me fez lembrar, quando eu andava de Van contratada, para ir ao trabalho, e o motorista da Van contou que quando ele era namorado da esposa dele (na época em que ele contou já era esposa) e ia na casa dela, tinha o maior cuidado quando fazia xixi pra não fazer barulho na água do vaso sanitário, ele mijava na parede interna do vaso, aos pouquinhos. Depois que ficou noivo, ia ao banheiro e até balançava o pinto pra fazer bastante barulho na água, tipo "estou aqui".
Homem é assim mesmo, parece animal, é só dar chance e eles querem marcar território.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
A FORÇA DAS PALAVRAS
Gente, devemos tomar cuidado com tudo que falamos porque as palavras têm força e atraem as coisas, boas ou ruins.
Aqui em casa, quando comentamos alguma coisa, isso aparece no jornal, na TV ou na nossa porta.
Exemplos:
1 - Eu não havia lido a revista de domingo, que compro junto ao jornal Meia Hora, e aí, na segunda-feira comentei com minha mãe que estava com vontade de comer creme de milho no almoço. Desisti porque eu não sabia fazer e minha mãe também não.
Qual não foi minha surprêsa, quando abri a revista na terça-feira e vi que uma das receitas que a Ana Maria Braga tinha colocado na revista era exatamente creme de milho.
2 - Minha filha trocou o plano de saúde dela e, estava esperando a carteirinha chegar pra voltar à consulta médica com o resultado do exame que fez quando tinha o plano anterior.
Hoje, eu estava arrumando o remédio que o médico passou pra ela ir tomando, enquanto aguardava o resultado do exame, e comentei que a carteirinha tinha que chegar logo porque o remédio poderia acabar e precisaríamos de receita pra comprar outro, porque é controlado.
Mais uma vez me surpreendi, porque 5 minutos depois que comentei isso, a campainha da minha casa tocou e era o porteiro trazendo um pacote com tudo do novo plano de saúde, inclusive a carteirinha.
Isso, são apenas dois exemplos das muitas coisas que acontecem e que no momento não me recordo, porque aqui em casa é assim, todas as vezes que comentamos alguma coisa essa coisa surge de alguma forma, por isso tomamos cuidado com o que falamos e prestamos atenção pra não falar coisas ruins.
Aproveitando a força das palavras: VOU GANHAR NA MEGA SENA! VOU GANHAR NA MEGA SENA! VOU GANHAR NA MEGA SENA!
Não custa tentar, vai que dá certo.
Aqui em casa, quando comentamos alguma coisa, isso aparece no jornal, na TV ou na nossa porta.
Exemplos:
1 - Eu não havia lido a revista de domingo, que compro junto ao jornal Meia Hora, e aí, na segunda-feira comentei com minha mãe que estava com vontade de comer creme de milho no almoço. Desisti porque eu não sabia fazer e minha mãe também não.
Qual não foi minha surprêsa, quando abri a revista na terça-feira e vi que uma das receitas que a Ana Maria Braga tinha colocado na revista era exatamente creme de milho.
2 - Minha filha trocou o plano de saúde dela e, estava esperando a carteirinha chegar pra voltar à consulta médica com o resultado do exame que fez quando tinha o plano anterior.
Hoje, eu estava arrumando o remédio que o médico passou pra ela ir tomando, enquanto aguardava o resultado do exame, e comentei que a carteirinha tinha que chegar logo porque o remédio poderia acabar e precisaríamos de receita pra comprar outro, porque é controlado.
Mais uma vez me surpreendi, porque 5 minutos depois que comentei isso, a campainha da minha casa tocou e era o porteiro trazendo um pacote com tudo do novo plano de saúde, inclusive a carteirinha.
Isso, são apenas dois exemplos das muitas coisas que acontecem e que no momento não me recordo, porque aqui em casa é assim, todas as vezes que comentamos alguma coisa essa coisa surge de alguma forma, por isso tomamos cuidado com o que falamos e prestamos atenção pra não falar coisas ruins.
Aproveitando a força das palavras: VOU GANHAR NA MEGA SENA! VOU GANHAR NA MEGA SENA! VOU GANHAR NA MEGA SENA!
Não custa tentar, vai que dá certo.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
VOLTANDO COM TODO CUIDADO
Gente, estou voltando. Há anos eu tinha um blog, mas a vida me "atarefou" e eu perdi o tempo de blogar. Agora, com o incentivo da minha querida filha Nanda Cris, estou recomeçando.
Ontem estava conversando com minha mãe e lembrei do meu tempo de infância que era muito melhor do que o das crianças de hoje, embora nós não tivéssemos nada do que eles têm hoje, nos divertíamos muito mais e nos transformávamos em adultos equilibrados.
Gente, por incrível que pareça... EU JÁ FUI POBRE.
Hoje, estou rica de experiências e de conhecimentos, mas só pra contar uma história, quando eu era menina (iiiihhhhhhhh!), no tempo do guaraná de rolha, meu pai tinha um açougue e o bucho de boi, o fígado, etc vinham em sacos como os de farinha de trigo que minha mãe clareava, emendava e fazia de um tudo em casa.
Gente, eu tinha uma fronha no meu travesseiro que do lado de baixo estava escrito "FÍGADO DE VITELA" e outra que dizia "BUCHO FRESCO", mas a gente só via à noite quando virava o travesseiro ao contrário para dormir.
Mesmo assim, a gente era muito feliz.
Ontem estava conversando com minha mãe e lembrei do meu tempo de infância que era muito melhor do que o das crianças de hoje, embora nós não tivéssemos nada do que eles têm hoje, nos divertíamos muito mais e nos transformávamos em adultos equilibrados.
Gente, por incrível que pareça... EU JÁ FUI POBRE.
Hoje, estou rica de experiências e de conhecimentos, mas só pra contar uma história, quando eu era menina (iiiihhhhhhhh!), no tempo do guaraná de rolha, meu pai tinha um açougue e o bucho de boi, o fígado, etc vinham em sacos como os de farinha de trigo que minha mãe clareava, emendava e fazia de um tudo em casa.
Gente, eu tinha uma fronha no meu travesseiro que do lado de baixo estava escrito "FÍGADO DE VITELA" e outra que dizia "BUCHO FRESCO", mas a gente só via à noite quando virava o travesseiro ao contrário para dormir.
Mesmo assim, a gente era muito feliz.
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