domingo, 25 de outubro de 2009

EU ACREDITO EM ANJOS

Uma vez, eu estava internada num hospital porque havia feito uma operação no períneo, para corrigir um probleminha que surgiu quando dei à luz uma filha.
Fiquei só uns dois dias no hospital e corria tudo muito bem, eu estava passando bem.
No dia em que fui operada, de madrugada, estava dormindo e acordei com a sensação de que alguém havia me dado um cutucão nas costas para que eu acordasse. Não foi nada doído, foi apenas um empurrão que me assustou e eu acordei. Estava deitada de lado com o braço esquerdo flexionado sobre o corpo e a mão pendurada.
Quando acordei, nessa situação, olhei para a minha mão onde estava espetada a agulha que trazia o soro para dentro do meu corpo e observei que a agulha havia, praticamente, saído da veia e o sangue escorria pela minha mão e já havia formado uma poça no chão.
Fiquei assustada, achei que devia pressionar a veia com os dedos da mão direita para que parasse de sangrar, mas se assim o fizesse não poderia apertar a campainha para chamar a enfermeira. Então, preferi colocar a mão sangrando para cima e com a outra apertar freneticamente a campainha para que alguém viesse me ajudar.
Não demorou nada e a enfermeira apareceu. Ela ficou apavorada com o que viu (eu percebi), saiu rapidamente para ir buscar material e voltou com uma colega. As duas, sem nem colocarem luvas para a própria proteção contra doenças transmissíveis, trocaram o esparadrapo que prendia a agulha, limparam o chão e trataram de me tranqüilizar, dizendo que estava tudo bem.
Tudo isso, naturalmente, com receio de que eu pudesse futuramente me queixar ao hospital, porque, como o tubo de soro estava cheio, demonstrando que elas o haviam trocado há bem pouco tempo, e eu estava dormindo, tão cedo elas não voltariam ao quarto e o pior (ou melhor, sei lá?!?) poderia ter me acontecido.
Como não era o meu dia de partir deste mundo, o Senhor mandou que um anjo, que deve ser o meu anjo da guarda, me acordasse para que eu buscasse socorro.
Concluindo, por este e outros “causos” acontecidos comigo, EU ACREDITO EM ANJOS.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

CRIANÇAS TÊM PODER

As crianças têm um poder muito grande sobre a maioria dos adultos, especialmente os pais e as mães, basta saber usar.
Eu, intuitivamente, sempre usei esse poder para conseguir o que queria. Não existe uma pai ou mãe que resista à uma carinha triste, acompanhada de “paizinho/mãezinha”.
Quando eu era criança, gostava muito de brincar na rua, com os meninos, até porque eu era a caçula de três irmãos, mas nem sempre a mamãe deixava. Então, quando eu estava muito a fim, eu sentava na porta do quarto “de bagunças”, onde ela costura, passava e outras cositas, porta essa que dava para o quintal (o quarto era no quintal, separado da casa) e ficava dizendo: Ahn, deixa mãe?
Ao que ela respondia: Não, já disse que não!
Na segunda vez: Eu vou te bater, pára de pedir!
Na terceira vez: Se você pedir de novo, vou te bater!
Na quarta vez, eu apelava: Ahn, mãezinha deixa, tá todo mundo brincado na rua?!? Deixa mãezinha, deixa??????
Aí, ela não resistia: VAI AMOLAÇÃO, VAI LOGO!!!!!! SOME DAQUI!!!!!
E lá ia eu toda contente, porque o meu ataque tinha sido bem sucedido.

sábado, 10 de outubro de 2009

SOLIDARIEDADE: PRATIQUE-A

(Transcrito da revista “Nestlé com Você”)
Ser solidário nem sempre exige grandes sacrifícios.
Segurar a porta do elevador para os outros; ceder o lugar no ônibus aos mais velhos, às pessoas com crianças e às grávidas; doar brinquedos e roupas que já não são mais usados.
Tudo isso ajuda a construir um mundo melhor.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

DEDIQUE ATENÇÃO ESPECIAL À FAMÍLIA

(Transcrito da revista “Nestlé com Você”)
Muitas vezes, esquecemos de mostrar e dizer às pessoas mais próximas o quanto elas são importantes para a gente. Toda família tem seus problemas, ainda assim, como é bom dizer “esta é a minha família!”.
Se você já é pai ou mãe, lembre-se desta frase creditada ao jornalista americano Hodding Carter Jr.: “Há dois legados duráveis que podemos transmitir aos nossos filhos: um são raízes, o outro são asas”.
Dê a seus filhos liberdade para que sejam responsáveis por suas próprias vidas e, paralelamente, bons motivos para que voltem para casa quando necessário ou simplesmente quando tiverem vontade.