quarta-feira, 14 de março de 2012

ENVELHECER BEM

"Nós não paramos de jogar porque ficamos velhos: nós nos tornamos velhos porque paramos de jogar.
Existem somente quatro segredos para continuarmos jovens, felizes e conseguir sucesso.
Primeiro, você precisa rir e encontrar humor em cada dia.
Segundo, você precisa ter um sonho. Quando você perde seus sonhos, você morre. Nós temos tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem desconfiam!
Terceiro, há uma enorme diferença entre envelhecer e crescer. Se você tem dezenove anos de idade e ficar deitado na cama por um ano inteiro, sem fazer nada de produtivo, você ficará com vinte anos. Se tem oitenta e sete anos e ficar na cama por um ano e não fizer coisa alguma, ficará com oitenta e oito anos. Qualquer um, mais cedo ou mais tarde ficará mais velho. Isso não exige talento nem habilidade, é uma consequência natural da vida. A idéia é crescer através das oportunidades.
E por último, não tenha remorsos. Os velhos não se arrependem por aquilo que fizeram, mas sim por aquelas coisas que deixaram de fazer. As únicas pessoas que tem medo da morte são aquelas que tem remorsos."

domingo, 28 de março de 2010

O SACRIFÍCIO DO PELICANO

Um dos símbolos sagrados do cristianismo é o pelicano. Explica-se: na total ausência de comida, ele abre seu peito com o bico e oferece a própria carne aos filhotes.
Muitas vezes somos incapazes de entender as bênçãos que recebemos como presentes de Deus; não percebemos o alimento que Ele nos dá a cada dia.
Uma história fala de um pelicano que, num inverno, oferece a própria carne aos filhotes, por dias seguidos.
Quando a ave morre de fraqueza, um dos filhotes comenta com o outro: “Ainda bem. Eu estava cansado de comer todos os dias a mesma coisa”.
Transcrevi essa história da coluna do Paulo Coelho no Jornal Extra de 27-3-2010, porque achei sensacional e quis dividir com quem não leu a coluna. Além do que, é uma lição para nós que, às vezes, reclamamos da comida que temos.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

SHOW EM CIMA DOS AMERICANOS

Recebi por e-mail uma história que vou postar aqui pra ficar registrado para sempre.

ESSA CALOU OS AMERICANOS.!!! SHOW DO EX-MINISTRO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro. Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso."Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade. Se a Amazônia, sob uma ética humanista, Deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro.Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris,Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Defendo a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!
AAAAAMMMMMEEEEEIIIIIII!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

EM BRIGA DE MARIDO E MULHER...

Quando eu era garota e meu pai era sócio num açougue na esquina da minha rua, eu adorava ficar brincando lá.
O balcão do açougue era em “L” e a parte do “L” que ia para o lado de dentro era fechado com um portãozinho de grade, no qual eu ficava me balançando, abrindo e fechando o portão. Era uma delícia!
Certa vez, um amigo do papai, que era enfermeiro, estava conversando com ele e viu, do outro lado da rua, num recuo ao lado do último portão do quartel do Exército (na Rua Barão de Mesquita, na Tijuca), um casal discutindo e o homem plantar um tapa na cara da mulher.
O enfermeiro ficou indignado, atravessou a rua e deu um soco na cara do homem que fez sair até um pouco de sangue do canto da boca. Penalizado, pegou o cara pelo braço e levou no açougue para ele ir na pia, que ficava no lado fechado do “L”, lavar o rosto.
Esperto, papai pegou todas as facas (enormes) que ficavam sobre o balcão, nessa parte do “L”, e colocou sob o balcão, embaixo de uns jornais. Só que ele não foi tão malandro, porque esqueceu o machado que estava espetado no cêpo de madeira (lugar onde se cortavam as carnes naquela época).
Aí, o cara depois de lavar o rosto, passou rapidamente a mão no machado e saiu correndo atrás do enfermeiro que o havia agredido.
Como o enfermeiro entrou no portão do quartel, que estava aberto, o cara, do lado de fora, arremessou o machado que bateu na nuca do enfermeiro e o derrubou.
Socorrido pelos soldados, o enfermeiro foi hospitalizado e o médico disse que o machado havia ficado encravado a 2 milímetros da coluna dele, se fosse um pouquinho mais à esquerda ele teria ficado tetraplégico. Foi uma proteção divina.
O cara, é claro, foi agarrado pelos soldados e preso. Não sei o que aconteceu com ele depois porque ninguém conta essas histórias para crianças e eu devia ter mais ou menos 8 anos.
O enfermeiro ficou completamente curado, mas deve ter aprendido que “em briga de marido e mulher, não se deve meter a colher”.

domingo, 25 de outubro de 2009

EU ACREDITO EM ANJOS

Uma vez, eu estava internada num hospital porque havia feito uma operação no períneo, para corrigir um probleminha que surgiu quando dei à luz uma filha.
Fiquei só uns dois dias no hospital e corria tudo muito bem, eu estava passando bem.
No dia em que fui operada, de madrugada, estava dormindo e acordei com a sensação de que alguém havia me dado um cutucão nas costas para que eu acordasse. Não foi nada doído, foi apenas um empurrão que me assustou e eu acordei. Estava deitada de lado com o braço esquerdo flexionado sobre o corpo e a mão pendurada.
Quando acordei, nessa situação, olhei para a minha mão onde estava espetada a agulha que trazia o soro para dentro do meu corpo e observei que a agulha havia, praticamente, saído da veia e o sangue escorria pela minha mão e já havia formado uma poça no chão.
Fiquei assustada, achei que devia pressionar a veia com os dedos da mão direita para que parasse de sangrar, mas se assim o fizesse não poderia apertar a campainha para chamar a enfermeira. Então, preferi colocar a mão sangrando para cima e com a outra apertar freneticamente a campainha para que alguém viesse me ajudar.
Não demorou nada e a enfermeira apareceu. Ela ficou apavorada com o que viu (eu percebi), saiu rapidamente para ir buscar material e voltou com uma colega. As duas, sem nem colocarem luvas para a própria proteção contra doenças transmissíveis, trocaram o esparadrapo que prendia a agulha, limparam o chão e trataram de me tranqüilizar, dizendo que estava tudo bem.
Tudo isso, naturalmente, com receio de que eu pudesse futuramente me queixar ao hospital, porque, como o tubo de soro estava cheio, demonstrando que elas o haviam trocado há bem pouco tempo, e eu estava dormindo, tão cedo elas não voltariam ao quarto e o pior (ou melhor, sei lá?!?) poderia ter me acontecido.
Como não era o meu dia de partir deste mundo, o Senhor mandou que um anjo, que deve ser o meu anjo da guarda, me acordasse para que eu buscasse socorro.
Concluindo, por este e outros “causos” acontecidos comigo, EU ACREDITO EM ANJOS.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

CRIANÇAS TÊM PODER

As crianças têm um poder muito grande sobre a maioria dos adultos, especialmente os pais e as mães, basta saber usar.
Eu, intuitivamente, sempre usei esse poder para conseguir o que queria. Não existe uma pai ou mãe que resista à uma carinha triste, acompanhada de “paizinho/mãezinha”.
Quando eu era criança, gostava muito de brincar na rua, com os meninos, até porque eu era a caçula de três irmãos, mas nem sempre a mamãe deixava. Então, quando eu estava muito a fim, eu sentava na porta do quarto “de bagunças”, onde ela costura, passava e outras cositas, porta essa que dava para o quintal (o quarto era no quintal, separado da casa) e ficava dizendo: Ahn, deixa mãe?
Ao que ela respondia: Não, já disse que não!
Na segunda vez: Eu vou te bater, pára de pedir!
Na terceira vez: Se você pedir de novo, vou te bater!
Na quarta vez, eu apelava: Ahn, mãezinha deixa, tá todo mundo brincado na rua?!? Deixa mãezinha, deixa??????
Aí, ela não resistia: VAI AMOLAÇÃO, VAI LOGO!!!!!! SOME DAQUI!!!!!
E lá ia eu toda contente, porque o meu ataque tinha sido bem sucedido.

sábado, 10 de outubro de 2009

SOLIDARIEDADE: PRATIQUE-A

(Transcrito da revista “Nestlé com Você”)
Ser solidário nem sempre exige grandes sacrifícios.
Segurar a porta do elevador para os outros; ceder o lugar no ônibus aos mais velhos, às pessoas com crianças e às grávidas; doar brinquedos e roupas que já não são mais usados.
Tudo isso ajuda a construir um mundo melhor.